Notícia
Mercado vê PIB menor e IPCA maior em 2014
O mercado financeiro piorou as projeções para a economia neste ano, conforme mostrou a edição desta semana do Boletim Focus.
Segundo os analistas, o crescimento econômico deve desacerar de 1,79% para 1,69% este ano, recuando de 2,10% para 2% em 2015.
Para a produção industrial, o mercado financeiro também reduziu as estimativas, de 1,93% para 1,87% em 2014, subindo de 2,89% para 3% em 2015.
No campo inflacionário, os analistas elevaram a estimativa para a inflação oficial. Para este ano, o IPCA voltou a se aproximar do centro da meta, de 6,5%. Os analistas consultados pelo Banco Central elevaram a estimativa, de 5,93% para 6%. Para 2015, a estimativa permaneceu em 5,70%, acima do centro da meta, de 4,5% ao ano.
O índice de preços ao consumidor, medido pela Fipe, repetiu o comportamento do IPCA, subindo de 5,72% para 5,76% neste ano, permanecendo em 4,85% em 2015.
A estimativa para o índice geral de preços – disponibilidade interna (IGP-DI), aumentou de 5,89% para 5,96% em 2014, ficando em 5,50% em 2015. O mesmo comportamento foi visto na inflação aos aluguéis, medida pelo IGP-M. A projeção subiu de 5,88%¨para 5,92% em 2014, permanecendo em 5,50% em 2015.
Para a taxa básica de juros, os analistas mantiveram a expectativa de que a Selic encerre o ano em 11,25%. Na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) deste ano, a taxa subiu 0,50 p.p, para 10,50% ao ano. Para 2015. os analistas esperam que a Selic fche o ano em 12%.
No câmbio, o mercado financeiro aumentou a projeção para o dólar neste ano, de R$ 2,48 para R$ 2,50, com média de R$ 2,45. Para 2015, a expectativa é de que a moeda feche em R$ 2,55.
Ainda nesta segunda-feira, a confiança do consumidor caiu 1,7% em fevereiro, para 107,1 pontos, nível inferior à média histórica, de 115,9 pontos, pelo décimo segundo mês consecutivo. O nível também é o maior baixo desde maio de 2009, quando o índice alcançou 103,6 pontos.
Segundo a Fundação Getulio Vargas, o índice de satisfação atual caiu 2,9%, para 112,3 pontos, o menor desde julho de 2013. O índice de expectativas recuou 1%, para 104,5 pontos, o menor desde setembro de 2011.
Já a inflação semanal, medida pelo IPC-S, recuou 0,09 p.p na terceira leitura de fevereiro, para 0,69%. No período, quatro das oito classes de despesas apresentaram desvalorização, com destaque para o grupo educação, leitura e recreação. O índice foi pressionado pelo item cursos formais, que passou de 3,65% para 1,60%.
Ásia
Sem agenda econômica, as principais bolsas locais fecharam a sessão desta segunda=feira em baixa, reagindo à notícia de que bancos chineses reduziram empréstimos ao setor de construção, gerando dúvidas sobre o crescimento da economia.
Europa
Na zona do euro, o índice de preços ao consumidor registrou ligeira alta na comparação entre dezembro e janeiro, saindo de 0,7% para 0,8%. Na União Europeia, o índice caiu de 1% para 0,9%. Na comparação anual, a inflação na zona do euro alcançou 2% e 2,1% na União Europeia.
Na Alemanha, o clima de negócios acelerou para 111,3 pontos, o quarto mês seguido de alta.
No campo acionário, as bolsas locais seguem divididas, acompanhando os números da economia e os resultados trimestrais divulgados por grandes companhias, como Scania e HSBC.
Estados Unidos
Em Chicago, o índice de atividade industrial caiu para -0,39 pontos em janeiro. A média móvel dos três meses também recuou, de 0,26 para 0,10 pontos. Em Wall Street, os índices futuros apontam para abertura em alta.
Fonte: O mercado financeiro piorou as projeções para a economia neste ano, conforme mostrou a edição desta semana do Boletim Focus.
Segundo os analistas, o crescimento econômico deve desacerar de 1,79% para 1,69% este ano, recuando de 2,10% para 2% em 2015.
Para a produção industrial, o mercado financeiro também reduziu as estimativas, de 1,93% para 1,87% em 2014, subindo de 2,89% para 3% em 2015.
No campo inflacionário, os analistas elevaram a estimativa para a inflação oficial. Para este ano, o IPCA voltou a se aproximar do centro da meta, de 6,5%. Os analistas consultados pelo Banco Central elevaram a estimativa, de 5,93% para 6%. Para 2015, a estimativa permaneceu em 5,70%, acima do centro da meta, de 4,5% ao ano.
O índice de preços ao consumidor, medido pela Fipe, repetiu o comportamento do IPCA, subindo de 5,72% para 5,76% neste ano, permanecendo em 4,85% em 2015.
A estimativa para o índice geral de preços – disponibilidade interna (IGP-DI), aumentou de 5,89% para 5,96% em 2014, ficando em 5,50% em 2015. O mesmo comportamento foi visto na inflação aos aluguéis, medida pelo IGP-M. A projeção subiu de 5,88%¨para 5,92% em 2014, permanecendo em 5,50% em 2015.
Para a taxa básica de juros, os analistas mantiveram a expectativa de que a Selic encerre o ano em 11,25%. Na primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) deste ano, a taxa subiu 0,50 p.p, para 10,50% ao ano. Para 2015. os analistas esperam que a Selic fche o ano em 12%.
No câmbio, o mercado financeiro aumentou a projeção para o dólar neste ano, de R$ 2,48 para R$ 2,50, com média de R$ 2,45. Para 2015, a expectativa é de que a moeda feche em R$ 2,55.
Ainda nesta segunda-feira, a confiança do consumidor caiu 1,7% em fevereiro, para 107,1 pontos, nível inferior à média histórica, de 115,9 pontos, pelo décimo segundo mês consecutivo. O nível também é o maior baixo desde maio de 2009, quando o índice alcançou 103,6 pontos.
Segundo a Fundação Getulio Vargas, o índice de satisfação atual caiu 2,9%, para 112,3 pontos, o menor desde julho de 2013. O índice de expectativas recuou 1%, para 104,5 pontos, o menor desde setembro de 2011.
Já a inflação semanal, medida pelo IPC-S, recuou 0,09 p.p na terceira leitura de fevereiro, para 0,69%. No período, quatro das oito classes de despesas apresentaram desvalorização, com destaque para o grupo educação, leitura e recreação. O índice foi pressionado pelo item cursos formais, que passou de 3,65% para 1,60%.
Ásia
Sem agenda econômica, as principais bolsas locais fecharam a sessão desta segunda=feira em baixa, reagindo à notícia de que bancos chineses reduziram empréstimos ao setor de construção, gerando dúvidas sobre o crescimento da economia.
Europa
Na zona do euro, o índice de preços ao consumidor registrou ligeira alta na comparação entre dezembro e janeiro, saindo de 0,7% para 0,8%. Na União Europeia, o índice caiu de 1% para 0,9%. Na comparação anual, a inflação na zona do euro alcançou 2% e 2,1% na União Europeia.
Na Alemanha, o clima de negócios acelerou para 111,3 pontos, o quarto mês seguido de alta.
No campo acionário, as bolsas locais seguem divididas, acompanhando os números da economia e os resultados trimestrais divulgados por grandes companhias, como Scania e HSBC.
Estados Unidos
Em Chicago, o índice de atividade industrial caiu para -0,39 pontos em janeiro. A média móvel dos três meses também recuou, de 0,26 para 0,10 pontos. Em Wall Street, os índices futuros apontam para abertura em alta.
Fonte: www.ultimoinstante.com.br
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